Eleições Brasil 2026: Lula Lidera Com Vitória em 5 Países da Asia e Oceania, Flavio em 3

Eleições Brasil 2026: Com mais de 900 mil eleitores habilitados fora do país, boletins de urna revelam favoritismo dividido; atual presidente domina na Nova Zelândia e Austrália, enquanto senador do PL vence na Tailândia, Filipinas e Taipei.

Mapeamento das seções eleitorais internacionais indica apuração polarizada

Nas Eleições Brasil 2026, um contingente significativo de cidadãos brasileiros residentes fora do território nacional exerceu o direito ao voto para escolher o próximo Presidente da República[cite: 1]. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), exatamente 918.876 brasileiras e brasileiros que vivem no exterior estão aptos a votar no pleito atual, número que equivale a pouco mais de 0,5% do total do eleitorado do país, estimado em 158,7 milhões de votantes[cite: 1].

Em razão das diferenças de fuso horário, as seções eleitorais localizadas na Ásia e na Oceania foram as primeiras a encerrar suas atividades, fornecendo um panorama inicial do cenário internacional[cite: 1]. Os boletins de urna (BUs) afixados nos locais de votação revelam um cenário de disputa direta centralizado entre o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), com o petista levando a melhor em cinco das nações computadas no Oriente e o candidato do PL vencendo em outros três países da região[cite: 1].

A apuração oficial consolidada por parte do TSE é divulgada apenas após o fechamento de todas as urnas no Brasil, a partir das 17h pelo horário de Brasília[cite: 1]. No entanto, a verificação dos relatórios impressos permite traçar o mapa completo da votação em tempo real[cite: 1].

Domínio de Lula na Oceania e em nações da Ásia

A primeira cidade no mundo a concluir a votação para a Presidência do Brasil foi Wellington, capital da Nova Zelândia, situada 16 horas à frente do fuso de Brasília[cite: 1]. No país neozelandês, Lula garantiu uma expressiva vitória percentual sobre o adversário direto[cite: 1].

Resultados na Nova Zelândia:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 234 votos (70,48%)[cite: 1]
  • Flávio Bolsonaro (PL): 64 votos (19,28%)[cite: 1]
  • Renan Santos (Missão): 13 votos (3,92%)[cite: 1]
  • Romeu Zema (Novo): 7 votos (2,11%)[cite: 1]
  • Augusto Cury (Avante): 6 votos (1,81%)[cite: 1]
  • Ronaldo Caiado (PSD): 5 votos (1,51%)[cite: 1]
  • Outros candidatos: 3 votos (0,9%)[cite: 1]

O desempenho do candidato petista também foi superior na Austrália, onde somou 4.562 votos (53,98%) contra 2.579 votos (30,52%) de Flávio Bolsonaro[cite: 1]. Na Coreia do Sul, o atual presidente liderou com 123 votos (56,94%), enquanto o representante do PL atingiu 72 votos (33,33%)[cite: 1]. Em Cingapura, Lula garantiu 190 votos (54,60%) frente aos 92 votos (26,44%) conquistados por Flávio[cite: 1]. Na Malásia, a margem favorável ao candidato do PT registrou 44 votos (53,66%) contra 27 (32,93%) do senador do Partido Liberal[cite: 1].

Flávio Bolsonaro obtém vitórias no Sudeste Asiático e Taipei

Por outro lado, o candidato Flávio Bolsonaro obteve triunfos em importantes postos votantes situados na Ásia[cite: 1]. Em Taipei (Taiwan), o senador registrou sua maior vantagem numérica na região, garantindo a primeira colocação no boletim local[cite: 1].

Resultados em Taipei:

  • Flávio Bolsonaro (PL): 107 votos (48,86%)[cite: 1]
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 77 votos (35,16%)[cite: 1]
  • Renan Santos (Missão): 14 votos (6,39%)[cite: 1]
  • Augusto Cury (Avante): 6 votos (2,74%)[cite: 1]
  • Clariana Barão: 4 votos (1,83%)[cite: 1]
  • Romeu Zema (Novo): 4 votos (1,83%)[cite: 1]
  • Outros candidatos: 7 votos (3,19%)[cite: 1]

A liderança de Flávio Bolsonaro também se confirmou nas Filipinas, onde superou o petista por 33 votos (53,23%) a 26 votos (41,94%)[cite: 1]. Da mesma forma, na Tailândia, o representante do PL ficou à frente ao obter 51 votos (50%), enquanto Lula registrou 40 votos (39,22%)[cite: 1].

Desempenho dos nomes alternativos no exterior

Embora a disputa presidencial internacional permaneça altamente concentrada entre PT e PL, outros quadros políticos acumularam votos pontuais entre os eleitores brasileiros no exterior[cite: 1]. O pré-candidato Renan Santos, representando o partido Missão, obteve posições de destaque como terceira força em locais como Austrália (316 votos), Cingapura (22 votos) e Nova Zelândia (13 votos)[cite: 1].

Augusto Cury (Avante), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) também pontuaram de forma constante nos boletins conferidos, atingindo índices modestos que variaram entre 1% e 6% na maior parte das zonas eleitorais asiáticas e oceânicas[cite: 1].

Como determina a legislação eleitoral brasileira, os cidadãos que residem no exterior votam unicamente para o cargo de Presidente da República, utilizando a mesma estrutura de urnas eletrônicas empregada em todo o Brasil[cite: 1].

Fonte: Poder360

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